Confira a evolução do desmatamento na região do Xingu de 2000 a 2007.
A região das cabeceiras do rio Xingu no estado de Mato Grosso tem hoje um passivo ambiental de 300 mil hectares em APPs (Áreas de Preservação Permanente), decorrente de um rápido processo de ocupação no final da década de 1970, com a expansão da agropecuária nos municípios. Ela se situa ao longo do chamado “arco do desmatamento”, onde ocorrem as mais elevadas taxas de desflorestamento na Amazônia brasileira. Este processo de ocupação intensificou-se nos últimos 40 anos, a partir da abertura das rodovias federais BR.163, BR 158 e Transamazônica. No final da década de 90 a produção de grãos, sobretudo de soja, ganhou força na região das cabeceiras do Xingu, considerando as condições favoráveis de solo, relevo e regime pluviométrico, deflagrando um processo de conversão das fazendas de pecuária em lavouras de soja.
Um Comentário
Enquanto não for feito uma ação que envolva todas a comunidade brasileira que estão preculpada com a vida, a floresta e as comunidades indigenas do Xingu não serão respeitados. O desmatamento é para plantar soja e criar gado, madeira hoje só nas áreas Indigenas. Vamos continuar lutando, vamos preserva o rio Xingu, vamos utilizar o Ministério Público Federal, Policia Federal, IBAMA e Força Nacional no combate ao desmatamento e recuperação das nascente do rio Xingu