A educação agroflorestal na bacia do Xingu e o desenvolvimento do protagonismo social é tema da publicação
Por Fernanda Bellei
O livro “Plantando Florestas, mudando vidas”, lançado no dia 17 de abril no 1° Seminário de Agentes Socioambientais do Xingu, em Canarana, MT, traz histórias de pessoas que protagonizam mudanças em suas vidas e em sua comunidade, através de iniciativas que consideram a diversidade ambiental e cultural de onde vivem. Os personagens das nove histórias têm duas coisas em comum: todos moram em municípios da região da bacia do Rio Xingu e passaram pelas formações de Agentes Socioambientais, um dos eixos da Campanha ‘Y Ikatu Xingu.
Bruno Weis, Cristina Suarez Copa Velasquez e Rodrigo Gravina Prates Junqueira, autores do livro, optaram pela realização de entrevistas no ambiente de cada personagem. O texto guarda a linguagem coloquial dos entrevistados, dando elementos que ajudam o leitor a conhecer o contexto e a realidade dessas pessoas. As iniciativas citadas estão ligadas à valorização da terra e à agricultura familiar, o que se relaciona com os trabalhos de educação agroflorestal e de restauração florestal, incentivados pela Campanha ‘Y Ikatu Xingu.
Uma das histórias de passa no município de Canarana, Mato Grosso, onde três professoras – Lorinete de Marchi, Taís Regina Franceschet e Lisonete Fernandes – transformaram um terreno abandonado na área ocupada pela escola Novo Lar e pela Casa da Criança em um centro de referência em educação agroflorestal. Foram construídos quatro canteiros com árvores e plantas nativas, que hoje fornecem frutas e verduras para a escola e a comunidade.
A apresentação da publicação transparece o protagonismo dos participantes da formação. As ações práticas, aplicadas após as formações, partiram dos próprios agentes, que muitas vezes já desenvolviam atividades com a terra e aplicavam práticas de bom uso do solo. Os depoimentos dos agentes são permeados de falas em que a vida pessoal de cada um se confunde com experiências na comunidade, o que pode ser considerado como um indicador do alto grau de envolvimento dessas pessoas nas ações empreendidas.
A publicação “Plantando Florestas, mudando vidas” foi realizada com o apoio financeiro da União Européia.
Livro “Plantando florestas, mudando vidas” traz histórias de agentes socioambientais formados no Xingu
A educação agroflorestal na bacia do Xingu e o desenvolvimento do protagonismo social é tema da publicação
Por Fernanda Bellei
O livro “Plantando Florestas, mudando vidas”, lançado no dia 17 de abril no 1° Seminário de Agentes Socioambientais do Xingu, em Canarana, MT, traz histórias de pessoas que protagonizam mudanças em suas vidas e em sua comunidade, através de iniciativas que consideram a diversidade ambiental e cultural de onde vivem. Os personagens das nove histórias têm duas coisas em comum: todos moram em municípios da região da bacia do Rio Xingu e passaram pelas formações de Agentes Socioambientais, um dos eixos da Campanha ‘Y Ikatu Xingu.
Bruno Weis, Cristina Suarez Copa Velasquez e Rodrigo Gravina Prates Junqueira, autores do livro, optaram pela realização de entrevistas no ambiente de cada personagem. O texto guarda a linguagem coloquial dos entrevistados, dando elementos que ajudam o leitor a conhecer o contexto e a realidade dessas pessoas. As iniciativas citadas estão ligadas à valorização da terra e à agricultura familiar, o que se relaciona com os trabalhos de educação agroflorestal e de restauração florestal, incentivados pela Campanha ‘Y Ikatu Xingu.
Uma das histórias de passa no município de Canarana, Mato Grosso, onde três professoras – Lorinete de Marchi, Taís Regina Franceschet e Lisonete Fernandes – transformaram um terreno abandonado na área ocupada pela escola Novo Lar e pela Casa da Criança em um centro de referência em educação agroflorestal. Foram construídos quatro canteiros com árvores e plantas nativas, que hoje fornecem frutas e verduras para a escola e a comunidade.
A apresentação da publicação transparece o protagonismo dos participantes da formação. As ações práticas, aplicadas após as formações, partiram dos próprios agentes, que muitas vezes já desenvolviam atividades com a terra e aplicavam práticas de bom uso do solo. Os depoimentos dos agentes são permeados de falas em que a vida pessoal de cada um se confunde com experiências na comunidade, o que pode ser considerado como um indicador do alto grau de envolvimento dessas pessoas nas ações empreendidas.
A publicação “Plantando Florestas, mudando vidas” foi realizada com o apoio financeiro da União Européia.