A Campanha Y Ikatu Xingu teve dois importantes marcos em sua história. O primeiro foi seu evento de criação, o Encontro Nascentes do Rio Xingu, realizado em Canarana, Mato Grosso, no ano de 2004. Na ocasião, as linhas de ação da campanha e os compromissos assumidos durante o encontro foram registrados na Carta de Canarana. Em 2008, os animadores da campanha realizaram o II Encontro Nascentes do Xingu e a I Feira de Iniciativas Socioambientais para fazer um balanço das ações realizadas nos quatro anos de existência da campanha. Saiba mais sobre cada um desses eventos e conheça a Carta de Canarana:
Relatório do I Encontro Nascentes do Xingu (em pdf – 7,6MB)
Entre os dias 25 e 27 de outubro de 2004, cerca de 340 representantes de organizações não-governamentais, comunidades indígenas, universidades, órgãos do governo, agricultores familiares, médios e grandes produtores, trabalhadores rurais, pesquisadores e técnicos reuniram-se na cidade de Canarana, MT. Na ocasião, foi discutida a questão da degradação das nascentes e das matas ciliares. Cada segmento da sociedade pôde discutir seus problemas específicos e apresentar as possíveis soluções. Assim, eles propuseram ações e estratégias para contribuir para a minimização dos impactos e comprometeram-se a ajudar num grande esforço para garantir a sobrevivência de um dos mais importantes rios da Amazônia e do Brasil: o Xingu. Foi também durante o evento que foi escolhido o nome para a mobilização: ‘Y Ikatu Xingu, que significa “Água boa, água limpa do Xingu” na língua dos Kamaiurá, um dos povos indígenas que habita a região.
Carta de Canarana
A Carta de Canarana é o documento em que foram afirmados os compromissos e linhas de ação da Campanha Y Ikatu Xingu, na ocasião do I Encontro de Nascentes do Xingu, e que possui a assinatura de todos os atores e instituições envolvidos na mobilização.
Relatório do II Encontro Nascentes do Xingu e I Feira de Iniciativas Socioambientais (em pdf – 18,3MB)
Mais de 540 pessoas participaram do II Encontro Nascentes do Xingu e I Feira de Iniciativas Socioambientais, realizado nos dias 16, 17 e 18 de outubro de 2008, em Canarana, MT. Na ocasião, criou-se um espaço de diálogo entre representantes dos mais diversos setores: lideranças indígenas, ambientalistas, grandes produtores rurais e produtores familiares, representantes de órgãos públicos e da sociedade civil, que realizaram um balanço das atividades da Campanha ‘Y Ikatu Xingu ao longo de seus quatro anos de existência.
Para dar visibilidade às experiências que têm articulado concretamente alguns dos temas tratados, como a valorização do cerrado e da floresta, a geração de renda a partir de recursos florestais não-madeireiros e da produção agrícola que incorpora princípios de agroecologia e silvicultura, a I Feira de Iniciativas Socioambientais reuniu 45 grupos atuando no âmbito da bacia do Xingu nos eixos das BR-163 e BR-158. Essas experiências estiveram expostas em 35 estandes de iniciativas socioambientais, cujos campos de ação eram: restauração florestal, educação socioambiental, adequação socioambiental, alternativas econômicas sustentáveis e iniciativas socioambientais de povos indígenas.
Neste contexto de articulação social e política, buscou-se valorizar a cultura regional, através de apresentações de grupos locais como o grupo de danças do CTG (Centro de Tradições Gaúchas) de Canarana, danças indígenas e o espetáculo musical Mambembrincantes. Mesas redondas e oficinas trataram de temas como a adequação socioambiental de propriedades rurais, a questão energética e infra-estrutura no Xingu, diferentes usos econômicos do cerrado e da Floresta e o carbono socioambiental do Xingu.
A Campanha Y Ikatu Xingu teve dois importantes marcos em sua história. O primeiro foi seu evento de criação, o Encontro Nascentes do Rio Xingu, realizado em Canarana, Mato Grosso, no ano de 2004. Na ocasião, as linhas de ação da campanha e os compromissos assumidos durante o encontro foram registrados na Carta de Canarana. Em 2008, os animadores da campanha realizaram o II Encontro Nascentes do Xingu e a I Feira de Iniciativas Socioambientais para fazer um balanço das ações realizadas nos quatro anos de existência da campanha. Saiba mais sobre cada um desses eventos e conheça a Carta de Canarana:
Relatório do I Encontro Nascentes do Xingu (em pdf – 7,6MB)
Entre os dias 25 e 27 de outubro de 2004, cerca de 340 representantes de organizações não-governamentais, comunidades indígenas, universidades, órgãos do governo, agricultores familiares, médios e grandes produtores, trabalhadores rurais, pesquisadores e técnicos reuniram-se na cidade de Canarana, MT. Na ocasião, foi discutida a questão da degradação das nascentes e das matas ciliares. Cada segmento da sociedade pôde discutir seus problemas específicos e apresentar as possíveis soluções. Assim, eles propuseram ações e estratégias para contribuir para a minimização dos impactos e comprometeram-se a ajudar num grande esforço para garantir a sobrevivência de um dos mais importantes rios da Amazônia e do Brasil: o Xingu. Foi também durante o evento que foi escolhido o nome para a mobilização: ‘Y Ikatu Xingu, que significa “Água boa, água limpa do Xingu” na língua dos Kamaiurá, um dos povos indígenas que habita a região.
Carta de Canarana
A Carta de Canarana é o documento em que foram afirmados os compromissos e linhas de ação da Campanha Y Ikatu Xingu, na ocasião do I Encontro de Nascentes do Xingu, e que possui a assinatura de todos os atores e instituições envolvidos na mobilização.
Relatório do II Encontro Nascentes do Xingu e I Feira de Iniciativas Socioambientais (em pdf – 18,3MB)
Mais de 540 pessoas participaram do II Encontro Nascentes do Xingu e I Feira de Iniciativas Socioambientais, realizado nos dias 16, 17 e 18 de outubro de 2008, em Canarana, MT. Na ocasião, criou-se um espaço de diálogo entre representantes dos mais diversos setores: lideranças indígenas, ambientalistas, grandes produtores rurais e produtores familiares, representantes de órgãos públicos e da sociedade civil, que realizaram um balanço das atividades da Campanha ‘Y Ikatu Xingu ao longo de seus quatro anos de existência.
Para dar visibilidade às experiências que têm articulado concretamente alguns dos temas tratados, como a valorização do cerrado e da floresta, a geração de renda a partir de recursos florestais não-madeireiros e da produção agrícola que incorpora princípios de agroecologia e silvicultura, a I Feira de Iniciativas Socioambientais reuniu 45 grupos atuando no âmbito da bacia do Xingu nos eixos das BR-163 e BR-158. Essas experiências estiveram expostas em 35 estandes de iniciativas socioambientais, cujos campos de ação eram: restauração florestal, educação socioambiental, adequação socioambiental, alternativas econômicas sustentáveis e iniciativas socioambientais de povos indígenas.
Neste contexto de articulação social e política, buscou-se valorizar a cultura regional, através de apresentações de grupos locais como o grupo de danças do CTG (Centro de Tradições Gaúchas) de Canarana, danças indígenas e o espetáculo musical Mambembrincantes. Mesas redondas e oficinas trataram de temas como a adequação socioambiental de propriedades rurais, a questão energética e infra-estrutura no Xingu, diferentes usos econômicos do cerrado e da Floresta e o carbono socioambiental do Xingu.