A Campanha ‘Y Ikatu Xingu foi criada em 2004 para atuar na recuperação e proteção das nascentes e cabeceiras do rio Xingu. A fragilidade do rio e a necessidade de trabalhar em sua conservação ficaram evidentes em meados de 1990, quando as lideranças do Parque Indígena do Xingu, localizado no nordeste de Mato Grosso, manifestaram sua preocupação com a ocupação e o desmatamento no entorno de sua área e com o processo de assoreamento dos rios que cortam o parque, afluentes do Xingu.
A campanha foi desenvolvida com parceiros de diversos setores: índios, agropecuaristas, agricultores familiares, pesquisadores e organizações da sociedade civil, entre elas o ISA (Instituto Socioambiental), que atua na região da bacia do rio desde 1994, através do Programa Xingu. Os 340 representantes desses segmentos reuniram-se no Encontro Nascentes do Rio Xingu, na cidade mato-grossense de Canarana, entre os dias 25 e 27 de outubro de 2004 – esse foi o marco político da campanha ‘Y Ikatu Xingu.
Hoje, as prefeituras dos municípios que estão na bacia do Rio Xingu trabalham com programas de educação ambiental, algumas já têm viveiros de mudas e realizam esforços para melhorar o saneamento básico das cidades. Os índios monitoram a qualidade da água dos rios e coletam sementes para projetos de recuperação florestal. Assentados e agricultores familiares estão recuperando suas áreas e criando alternativas de renda com a implantação de sistemas agroflorestais e o manejo de suas áreas.
Um das principais linhas estratégicas é a implantação de projetos pilotos de recuperação de nascentes e matas ciliares. Neste sentido, a campanha já conseguiu mobilizar iniciativas que resultaram na recuperação de mais de 2 mil hectares de matas ciliares que se encontram em diferentes estágios de recuperação em pequenas, médias e grandes propriedades agropecuárias e em assentamentos de reforma agraria.
A campanha reúne segmentos que tradicionalmente divergem no debate da questão ambiental, mas que resolveram adotar o princípio da responsabilidade socioambiental compartilhada e implantar um novo modelo de desenvolvimento na região que respeite o meio ambiente e a diversidade cultural das populações que ali vivem.
A Campanha ‘Y Ikatu Xingu foi criada em 2004 para atuar na recuperação e proteção das nascentes e cabeceiras do rio Xingu. A fragilidade do rio e a necessidade de trabalhar em sua conservação ficaram evidentes em meados de 1990, quando as lideranças do Parque Indígena do Xingu, localizado no nordeste de Mato Grosso, manifestaram sua preocupação com a ocupação e o desmatamento no entorno de sua área e com o processo de assoreamento dos rios que cortam o parque, afluentes do Xingu.
A campanha foi desenvolvida com parceiros de diversos setores: índios, agropecuaristas, agricultores familiares, pesquisadores e organizações da sociedade civil, entre elas o ISA (Instituto Socioambiental), que atua na região da bacia do rio desde 1994, através do Programa Xingu. Os 340 representantes desses segmentos reuniram-se no Encontro Nascentes do Rio Xingu, na cidade mato-grossense de Canarana, entre os dias 25 e 27 de outubro de 2004 – esse foi o marco político da campanha ‘Y Ikatu Xingu.
Hoje, as prefeituras dos municípios que estão na bacia do Rio Xingu trabalham com programas de educação ambiental, algumas já têm viveiros de mudas e realizam esforços para melhorar o saneamento básico das cidades. Os índios monitoram a qualidade da água dos rios e coletam sementes para projetos de recuperação florestal. Assentados e agricultores familiares estão recuperando suas áreas e criando alternativas de renda com a implantação de sistemas agroflorestais e o manejo de suas áreas.
Um das principais linhas estratégicas é a implantação de projetos pilotos de recuperação de nascentes e matas ciliares. Neste sentido, a campanha já conseguiu mobilizar iniciativas que resultaram na recuperação de mais de 2 mil hectares de matas ciliares que se encontram em diferentes estágios de recuperação em pequenas, médias e grandes propriedades agropecuárias e em assentamentos de reforma agraria.
A campanha reúne segmentos que tradicionalmente divergem no debate da questão ambiental, mas que resolveram adotar o princípio da responsabilidade socioambiental compartilhada e implantar um novo modelo de desenvolvimento na região que respeite o meio ambiente e a diversidade cultural das populações que ali vivem.